Contabilidade para E-commerce em Franca
Cuidamos da contabilidade de indústrias calçadistas e sellers de calçados com sede em Franca — capital nacional do calçado, com forte parque industrial de fabricação, sellers D2C e marcas vendendo em marketplaces, no nordeste paulista. Atendimento digital com o mesmo padrão técnico das operações de R$ 5 mi a R$ 200 mi/ano que atendemos em SP.
Perfil tributário do e-commerce em Franca
Franca concentra operações de calçados masculinos e femininos, calçados esportivos e casuais, componentes e insumos de calçado, moda e vestuário complementar. Combinar calçados masculinos e femininos, calçados esportivos e casuais, componentes e insumos de calçado, moda e vestuário complementar num polo calçadista com fabricação e revenda no mesmo CNPJ exige contabilidade que domine IPI, ICMS-ST de calçados e controle fiscal de grade de tamanhos.
Franca é a maior produtora de calçados masculinos de couro do país e concentra indústrias que estão abrindo canal D2C via marketplace e loja própria. Calçados estão sujeitos ao ICMS-ST em São Paulo (Portaria CAT 32/2019 e sucessoras) e nas principais UFs de destino, com MVA específica que varia por segmento. Além disso, o IPI incide sobre a saída industrial e precisa ser destacado corretamente na NF ao consumidor final — item onde muitos calçadistas erram ao migrar da venda B2B para o D2C. O Lucro Real é o regime de referência para indústrias calçadistas com faturamento acima de R$ 4,8 mi/ano.
Logística e fiscal: o que muda em Franca
Franca está na SP-345 com conexão à Anhanguera, atendendo Sudeste e Centro-Oeste em D+2/D+3. Sellers de calçado enfrentam duas particularidades logísticas críticas: (1) grade de tamanhos amplia o SKU efetivo em 8x a 12x — cada tamanho tem estoque próprio para efeitos fiscais e de SPED; (2) sazonalidade forte (verão/inverno + datas comemorativas) exige planejamento de compras e apuração de ICMS/IPI que reflita picos e vales sem gerar saldo credor inutilizado.
Bairros e regiões que atendemos em Franca
Atendemos sellers e e-commerces em Centro, Cidade Nova, Jardim Aeroporto, Vila Aparecida, Jardim Consolação, Estação, São Joaquim e demais regiões de Franca. Como a operação é remota, não há limite geográfico — mas conhecemos o perfil empresarial de cada zona e adaptamos a abordagem.
Cenário típico em Franca
Uma indústria calçadista em Franca faturando R$ 28 mi/ano (60% B2B, 40% D2C recém-lançado em Mercado Livre e loja própria) tipicamente ganha ~3 p.p. de margem no canal D2C ao segregar contabilmente os dois canais, revisar ICMS-ST e IPI na venda ao consumidor, implantar controle de grade de tamanhos no SPED Bloco H e apurar créditos de PIS/COFINS sobre couro, solados e embalagens.
Cenário ilustrativo baseado em situações recorrentes do segmento.
Como funciona o atendimento remoto a partir de Franca
Operação remota com portal de indicadores ao vivo (DRE, apuração e obrigações), reuniões mensais por vídeo e WhatsApp empresarial com SLA de 4h úteis — mesmo padrão para indústrias calçadistas e sellers puros da região.
Migração para o Lucro Real para empresas de Franca
Empresas de Franca que faturam acima de R$ 4,8 mi/ano — ou que operam com margens apertadas — frequentemente economizam migrando para o Lucro Real. Fazemos simulação prévia com seus números reais, plano de transição de 60 a 90 dias e parametrização do ERP.
Contabilidade para calçadistas que vendem online
Indústrias calçadistas que abrem canal D2C carregam para o e-commerce um pacote fiscal que a venda B2B tradicional já resolvia parcialmente: IPI destacado na NF ao consumidor, ICMS-ST em SP e nas UFs de destino, DIFAL interestadual, apuração correta de PIS/COFINS no Lucro Real (com créditos sobre couro, solados, palmilhas, embalagens e energia da fábrica) e escrituração de estoque por grade no SPED Bloco H010. Sellers puros — que apenas revendem calçado sem produzir — têm um perfil fiscal mais leve, mas ainda precisam tratar corretamente ST recolhida na entrada e o ressarcimento em vendas por preço inferior à base presumida.
ICMS-ST de calçados e ressarcimento em Franca
Em SP, calçados sujeitos à ST têm o imposto recolhido pelo fabricante ou distribuidor com base numa MVA e preço presumido definidos pela Sefaz. Quando o seller vende por preço inferior à base presumida (o que é comum em liquidações, outlets e campanhas de Black Friday), há direito a ressarcimento de ICMS-ST — que poucos calçadistas exercem por falta de estrutura contábil para apurar. A Escalei implanta apuração mensal de ressarcimento e complemento, com pedidos protocolados na Sefaz-SP de forma padronizada.
Grade de tamanhos no SPED e sazonalidade do calçado
Um único modelo de calçado costuma existir em 8 a 12 tamanhos — cada um com estoque próprio para SPED (Bloco H010, inventário) e escrituração fiscal individual. Ignorar isso gera divergência entre estoque físico e escritural, que a Sefaz-SP tem cruzado com EFD-ICMS de forma cada vez mais agressiva. A sazonalidade do setor (verão/inverno + Black Friday + Natal + Dia das Mães) amplifica o risco: em picos de venda, uma escrituração desalinhada rapidamente vira passivo. Contabilidade calibrada para o setor evita esse cenário e transforma o estoque num ativo previsível.
Páginas relacionadas
Para outros polos verticais do interior, veja Limeira (semijoias) e Americana (têxtil). Regionalmente próximos: Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Panorama estadual em Contabilidade para e-commerce em SP.
Tire suas dúvidas
Vocês atendem presencialmente em Franca?
Quanto tempo leva para migrar minha contabilidade em Franca?
Atendem sellers de marketplace em Franca?
Vocês conhecem as particularidades fiscais de Franca?
Indústria calçadista de Franca abrindo canal D2C precisa de nova estrutura contábil?
Vocês apuram ressarcimento de ICMS-ST de calçados retroativo?
Páginas relacionadas
Pronto para parar de pagar imposto demais?
Diagnóstico fiscal gratuito e sem compromisso.
