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Contabilidade para quem emite pelo Bling

O Bling aplica exatamente a regra que foi cadastrada nele. É por isso que parametrização fiscal errada não gera um erro — gera o mesmo erro em todas as notas, todos os dias, até alguém olhar.

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O que é responsabilidade do ERP e o que é da contabilidade

O Bling automatiza: recebe o pedido, aplica a regra cadastrada, emite a NF-e, movimenta estoque e organiza o financeiro. Ele não decide a regra fiscal — reproduz a que você configurou.

A contabilidade define e valida essa regra: classificação fiscal, natureza da operação, código de situação tributária, cenários de substituição tributária e diferencial de alíquota. Depois, confere se a nota emitida reflete o que foi combinado e se o resultado fecha com a escrituração.

A execução das configurações dentro do sistema é do cliente, do responsável pela operação ou do suporte do ERP. Não prometemos configuração técnica da ferramenta — prometemos a regra correta e a conferência do resultado.

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Cadastro do produto: onde a tributação nasce

Antes de cadastrar um produto, três dados condicionam quase todo o resto: descrição técnica real, classificação fiscal e origem da mercadoria (nacional ou importada).

É a partir da classificação que se avalia a possibilidade de substituição tributária, a necessidade do código especificador quando exigido e o tratamento nas operações interestaduais. Ver NCM no e-commerce e CEST no e-commerce.

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Naturezas de operação e CFOP

No ERP, o CFOP aparece como "natureza de operação" vinculada ao canal de venda. Venda dentro do estado, venda interestadual a consumidor final, devolução, bonificação e remessa para armazém de marketplace são cenários distintos.

Usar uma única natureza para tudo é o atalho que mais custa depois: o imposto sai errado, a escrituração não fecha e a correção exige retificação de obrigações já transmitidas. Referência: CFOP por tipo de operação.

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CST, CSOSN e mudança de regime

Empresa no Simples Nacional trabalha com CSOSN; empresa no Lucro Presumido ou Real, com CST. Trocar um pelo outro rejeita a nota ou destaca imposto de forma indevida.

Na mudança de regime, toda a tabela precisa ser revisada antes da virada — é um dos pontos que acompanhamos em saída do Simples Nacional e na migração para Lucro Real.

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ICMS-ST e DIFAL: os cenários que exigem cuidado

Mercadoria sujeita a substituição tributária tem tratamento próprio, e a venda interestadual a consumidor final pode gerar diferencial de alíquota. Nenhuma das duas hipóteses é automática: dependem do produto, das UFs envolvidas, do destinatário e da legislação vigente.

Por isso a regra é validada por cenário antes de o cálculo automático ser habilitado. Leituras: como funciona o ICMS-ST e DIFAL no e-commerce.

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Entradas, XML e conciliação

A qualidade da saída depende da entrada. Recebemos e analisamos os XML das NF-e de compra para apontar divergências de classificação, imposto destacado e natureza da operação antes de o produto ser revendido — ver análise de NF-e de entrada.

Mensalmente, o que foi emitido no ERP é conciliado com a receita dos canais e com as obrigações transmitidas. É essa conferência que impede que erro de parametrização vire passivo silencioso. A rotina completa está em contabilidade para e-commerce.

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Bling com Nuvemshop e marketplaces

Se a venda começa na sua loja, veja contabilidade para Nuvemshop ou contabilidade para Shopify e loja própria. Se ela acontece em canais de terceiros, o ponto de partida é contabilidade para marketplaces, com desdobramentos em Mercado Livre e Shopee.

Como atuamos
01
Diagnóstico gratuito
02
Plano fiscal 12 meses
03
Implementação assistida
04
Apuração mensal + revisão
Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Vocês fazem a configuração do Bling?
Orientamos a parametrização fiscal e validamos o resultado das notas emitidas. A execução das configurações no sistema é do cliente, do responsável pela operação ou do suporte do ERP.
O Bling calcula ICMS-ST e DIFAL sozinho?
O cálculo depende das regras de tributação cadastradas e do cenário da operação. Sem essas regras definidas e validadas, o sistema não tem como aplicar o tratamento correto.
Posso enviar um XML com dúvida tributária?
Sim. Analisamos o XML da NF-e para apontar fornecedor e UF de origem, classificação fiscal, CFOP, CST/CSOSN, imposto destacado e natureza da operação.
Quem é responsável pelo NCM do produto?
A definição final é de quem cadastra o produto, porque depende de características técnicas da mercadoria. Nós orientamos, apontamos inconsistências e sinalizamos risco fiscal.
Uso Tiny, Omie ou outro ERP. Vocês atendem?
Sim. A lógica é a mesma: a contabilidade define e valida a regra fiscal, independentemente da ferramenta usada para emitir.
Transparência editorial

Fontes e atualização

Este conteúdo é produzido e revisado por contadores da Escalei Contábil. Regras tributárias podem mudar e a aplicação depende do CNPJ, da operação e do estado. Consulte sempre as fontes oficiais e valide decisões com um profissional.

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