◆Local · Santos/SP

Contabilidade para E-commerce em Santos

Apoiamos importadores e sellers digitais de Santos em todo o ciclo contábil e fiscal, da DI no porto até a venda no marketplace. Atendemos empresas em Ponta da Praia, Gonzaga, Boqueirão, Vila Mathias, Embaré, Centro e demais bairros.

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Importação pelo porto e crédito no Lucro Real

Sellers de Santos quase sempre importam pelo maior porto da América Latina — o Lucro Real permite o aproveitamento integral de PIS/COFINS-Importação e crédito de ICMS sobre a entrada, algo impossível no Simples e limitado no Presumido. O regime especial de São Paulo para importação por conta e ordem precisa ser modelado caso a caso.

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DI semanal, armazém alfandegado e cross-docking

Trabalhamos com sellers que operam DI semanal, armazenagem alfandegada e cross-docking saindo do porto direto para hubs de fulfillment da Amazon e Mercado Livre em Cajamar.

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Cenário típico em Santos

Cenário ilustrativo: um importador de acessórios esportivos no Gonzaga, após revisão do enquadramento aduaneiro (NCM, ex-tarifário e valoração), migração para Lucro Real e escrituração correta dos créditos de PIS/COFINS-Importação sobre o valor aduaneiro somado ao ICMS-Importação, materializa recuperação relevante já no primeiro ano — a ordem de grandeza depende do volume de DIs, do mix de NCMs e do estado onde o desembaraço é feito.

Cenário ilustrativo baseado em situações recorrentes do segmento.

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Perfil econômico de Santos e o impacto no e-commerce

Santos abriga o maior porto da América Latina e concentra importadores, tradings e distribuidores que operam e-commerce nacional. A estrutura tributária de quem importa e revende online reúne, em uma só cadeia: II, IPI, PIS/COFINS-Importação, ICMS-Importação e, nas vendas interestaduais para consumidor final não contribuinte, DIFAL. Para volumes relevantes, o Lucro Real tende a preservar mais margem justamente por permitir crédito não cumulativo de PIS/COFINS-Importação sobre o valor aduaneiro — crédito indisponível no Simples e limitado no Presumido.

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DI, valoração aduaneira e a mecânica do crédito

O crédito de PIS/COFINS-Importação no Lucro Real é apurado conforme a Lei 10.865/2004 e a documentação da operação. Isso exige guarda da DI, do extrato do Siscomex, do comprovante de recolhimento e da NF de entrada. Erros comuns que comprometem o crédito incluem DI vinculada a CNPJ diferente do que registra a NF de entrada, ausência de critérios documentados para fretes e seguros e classificação NCM incorreta. Alíquotas e regras de transição devem ser confirmadas na legislação vigente na data da operação.

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Regimes especiais, ex-tarifário e drawback

Para importadores de Santos, ex-tarifário (redução temporária de II para bens sem produção nacional), drawback (suspensão/isenção de tributos para insumo que compõe produto exportado) e regimes especiais estaduais podem ser combinados. Cada um exige habilitação, controle de saldo/estoque e prestação de contas específica — sem esse controle, o benefício vira passivo em fiscalização. A avaliação é caso a caso, olhando NCM, cadeia e volume.

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Migração de regime tributário para importadores

Para importador com faturamento acima de R$ 2 mi/ano e compras internacionais recorrentes, Simples e Presumido raramente vencem o Lucro Real — o crédito não cumulativo de PIS/COFINS-Importação sobre o valor aduaneiro sozinho costuma reverter a comparação. Rodamos simulação com 12 meses de DIs, CMV, fretes internacionais e folha antes de recomendar mudança.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Vocês atendem importadores de Santos presencialmente?
O atendimento é a distância: os documentos da importação (DI, extratos do Siscomex, faturas) chegam de forma digital, as reuniões são por vídeo e o WhatsApp é respondido em até 4 horas dentro do nosso horário comercial.
Sou importador e vendo online. Consigo aproveitar PIS/COFINS-Importação como crédito?
No Lucro Real, o PIS/COFINS-Importação recolhido no desembaraço pode gerar crédito escriturável na EFD-Contribuições, calculado conforme a Lei 10.865/2004 e a natureza da operação. No Simples Nacional não há apropriação não cumulativa e, no Presumido, a sistemática é diferente. Alíquotas e regras de transição devem ser confirmadas na legislação vigente na data da operação.
Importação por conta e ordem × por encomenda: qual regime usar?
São operações distintas com efeitos tributários diferentes. Na importação por conta e ordem, o adquirente é o importador de fato e a trading atua como prestadora — a NF de saída da trading para o adquirente segue CFOP e tratamento próprios. Na importação por encomenda, a trading é a importadora e revende ao encomendante. A escolha impacta ICMS-Importação, base de PIS/COFINS-Importação e responsabilidade solidária — precisa ser modelada caso a caso antes da primeira DI.
Como funciona o ICMS-Importação para sellers de Santos?
O ICMS-Importação é devido ao estado do estabelecimento destinatário jurídico da mercadoria (não necessariamente onde ocorre o desembaraço), com alíquota interna do estado. São Paulo aplica regimes especiais para determinadas operações e cadeias — o enquadramento em regime especial precisa ser avaliado antes de estruturar o fluxo por Santos, Guarujá ou por porto seco em outra UF.
Cross-docking do porto para o Full da Amazon/ML: como escriturar?
A remessa direta do desembaraço para armazém geral em outra UF exige NF de entrada (importação) do CNPJ do importador, seguida de remessa para armazém geral (CFOP 6.905) para o CD do marketplace. O retorno simbólico em 6.907 e as vendas subsequentes a partir do CD seguem CFOPs próprios. Sem essa cadeia escriturada, o SPED do importador não fecha com o inventário físico do CD.
Transparência editorial

Fontes e atualização

Este conteúdo é produzido e revisado por contadores da Escalei Contábil. Regras tributárias podem mudar e a aplicação depende do CNPJ, da operação e do estado. Consulte sempre as fontes oficiais e valide decisões com um profissional.

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