CBL E-com: quando o e-commerce cresce mais rápido do que o MEI permite

Resumo do caso
Um e-commerce de Bauru (SP) abriu MEI em abril. Dois meses depois, o faturamento já crescia a ponto de preocupar em relação ao limite do MEI. A Escalei identificou a necessidade de agir rápido e conduziu o desenquadramento, adequando a estrutura da empresa à nova realidade.
Contexto
O empresário abriu a empresa como MEI em abril para começar a vender pela internet. O MEI costuma ser a porta de entrada de quem está testando um produto: é simples de abrir e de manter.
Em junho, a operação já apresentava um crescimento de faturamento suficiente para acender o alerta em relação ao limite do MEI.
O problema
A loja estava crescendo rápido demais para o enquadramento com que tinha começado. O MEI tem teto de faturamento, e o crescimento da operação indicava que a empresa não caberia nele por muito tempo.
Nesse ponto, esperar costuma sair caro: quanto mais tempo a empresa segue no MEI depois de ultrapassar o limite, maior tende a ser o ajuste a fazer depois.
Como a Escalei atuou
A Escalei identificou que o crescimento exigia uma mudança de estrutura tributária e que essa mudança precisava ser feita logo, não no fim do ano.
A equipe conduziu o desenquadramento do MEI, levando a empresa para um enquadramento compatível com o volume que ela passou a ter.
O que mudou
Com a estrutura regularizada, a empresa continuou evoluindo e aumentando o faturamento.
O que esse caso demonstra
Capacidade de identificar rapidamente que o crescimento da operação exige mudança de estrutura tributária — e de agir antes que o atraso vire problema.
Informações do case
- Cliente
- César
- Empresa
- CBL E-com
- Cidade
- Bauru (SP)
- Segmento
- E-commerce
- Situação inicial
- MEI aberto em abril, crescendo acima do esperado já em junho
- Serviço envolvido
- Desenquadramento do MEI e contabilidade da nova estrutura
- Estágio atual
- Empresa regularizada, seguindo em crescimento