CBL E-com: quando o e-commerce cresce mais rápido do que o MEI permite

Resumo do caso
Um e-commerce de Bauru (SP) abriu MEI em abril. Dois meses depois, o faturamento já crescia a ponto de preocupar em relação ao limite do MEI. A Escalei identificou a necessidade de agir rápido e conduziu o desenquadramento, adequando a estrutura da empresa à nova realidade.
Contexto
O empresário abriu a empresa como MEI em abril para começar a vender pela internet. O MEI costuma ser a porta de entrada de quem está testando um produto: é simples de abrir e de manter.
As vendas aconteciam em dois marketplaces, Mercado Livre e Shopee. Vender em marketplace acelera o volume: o produto aparece para quem já está procurando, sem que a loja precise construir audiência do zero.
Em junho, dois meses depois da abertura, a loja já faturava entre R$ 15 mil e R$ 30 mil por mês. Nesse ritmo, o faturamento do ano passaria do limite do MEI muito antes de dezembro.
O problema
A loja estava crescendo rápido demais para o enquadramento com que tinha começado. O MEI tem teto de faturamento, e o crescimento da operação indicava que a empresa não caberia nele por muito tempo.
Nesse ponto, esperar costuma sair caro: quanto mais tempo a empresa segue no MEI depois de ultrapassar o limite, maior tende a ser o ajuste a fazer depois.
O obstáculo principal foi o prazo. A mudança precisava ficar pronta antes que o faturamento acumulado chegasse ao teto, sem interromper as vendas nos dois marketplaces durante a transição.
Como a Escalei atuou
A Escalei identificou que o crescimento exigia uma mudança de estrutura tributária e que essa mudança precisava ser feita logo, não no fim do ano.
A equipe conduziu o desenquadramento do MEI e levou a empresa para o Simples Nacional como microempresa (ME), enquadramento compatível com o volume que ela passou a ter.
Do primeiro contato até a empresa estar fora do MEI, o processo levou cerca de um mês.
O que mudou
Com a estrutura regularizada, a empresa continuou crescendo sem esbarrar em limite de enquadramento. Hoje fatura entre R$ 30 mil e R$ 60 mil por mês, cerca do dobro da faixa de junho.
A loja segue cliente da Escalei, com a contabilidade acompanhando o crescimento.
O que esse caso demonstra
Capacidade de identificar rapidamente que o crescimento da operação exige mudança de estrutura tributária — e de agir antes que o atraso vire problema.
Informações do case
- Cliente
- César
- Empresa
- CBL E-com
- Cidade
- Bauru (SP)
- Segmento
- E-commerce
- Canais de venda
- Mercado Livre e Shopee
- Situação inicial
- MEI aberto em abril; em junho, R$ 15 a 30 mil por mês
- Serviço envolvido
- Desenquadramento do MEI e contabilidade da nova estrutura
- Enquadramento atual
- Simples Nacional (ME)
- Tempo da mudança
- Cerca de um mês
- Estágio atual
- R$ 30 a 60 mil por mês, cliente da Escalei
Para aprofundar
- Desenquadramento de MEI no e-commerceComo funciona a saída do MEI quando a loja cresce.
- Estourou o limite do MEI: o que fazerO passo a passo de quem já passou do teto.
- Contabilidade para e-commerce em BauruAtendimento para lojas da cidade deste caso.